Julho 5, 2022

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Digital Real será usado como rede por bancos no Brasil para emitir suas próprias moedas – Bitcoin News

A moeda digital do banco central brasileiro (CBDC), o real digital, será um ativo total em vez de um token centrado no varejo público, de acordo com relatórios de Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central do Brasil. Campos Neto destacou que os bancos privados do país podem emitir suas próprias moedas, que estão a par dos depósitos reais digitais.

Digital Real não será dependente do varejo

O Brasil planeja lançar o CBDC, que tem um formato muito diferente em comparação com outros CBDCs, como o Digital Renminbi, também conhecido como Pagamento Eletrônico em Moeda Digital. O real digital, CBDC brasileiro, é de atacado e não será usado para fins de varejo. Esta informação foi Revelado Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central do Brasil no Crypto Summit no Rio.

Comentando sobre as aplicações planejadas do Digital Real, Compos Neto disse:

Os bancos podem emitir grampos em seus depósitos e desenvolver a tecnologia para fazê-lo porque precisam investir para obter lucro. Uma vez criados, os protocolos para emissão de grampos em depósitos são basicamente os mesmos da monetização de vários ativos digitais.

Além disso, a Compos NATO explicou que o Digital Real focará nos mais exclusivos, com o objetivo de monetizar ativos sem prejudicar as operações de crédito dos bancos privados.


Tokenização e transtorno CBDC

Campos Neto também incluiu a tokenização como um dos possíveis processos que poderiam melhorar a situação por meio de uma CBDC. Campos Neto, referindo-se às hipotecas, disse que a implementação do modelo de tokenização facilitaria a tarefa de pagar ou obter uma hipoteca reversa, reduzindo taxas e tempos de espera e documentando o trabalho envolvido.

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Nesse sentido, o Brasil lançou recentemente a Rede Blockchain Brasileira, que visa criar uma plataforma comum para que outras empresas do país construam seus projetos em cima disso. O projeto pode usar ativos tokenizados e imóveis digitais no futuro para atingir os objetivos acima.

Concluindo, Campos Neto criticou a desordem vivida pelos bancos centrais no processo de desenho de suas respectivas CBDCs e a falta de coordenação. Ele explicou:

Quando encontro outros bancos centrais, vejo um tentando criar um sistema descentralizado, outro falando em automatizar um sistema de pagamento multicamadas… Se você estivesse desenvolvendo esse sistema não incorporado, não seria melhor que um site de criptografia. Foi centralizado.

O que você acha do design real digital? Conte-nos na seção de comentários abaixo.

Sérgio Kozenko

Sergio é um jornalista de criptomoedas baseado na Venezuela. Ele explica que quando os preços dispararam em dezembro de 2017, ele entrou na criptosfera e chegou atrasado para o jogo. Tendo formação em engenharia da computação, morando na Venezuela e sofrendo com o boom das criptomoedas em nível comunitário, ele oferece uma perspectiva diferente. Sobre o sucesso da criptografia e como ela ajuda os desprivilegiados e os desprivilegiados.

Auxílios de imagem: Shutterstock, Pixabay, Wiki Commons

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