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Seleção brasileira divulga perspectiva antes da cúpula do BRICS – MercoPress

Seleção brasileira divulga panorama antes da cúpula do BRICS

Terça-feira, 14 de junho de 2022 – 09:26 UTC


Argentina, Egito, Indonésia, Cazaquistão, Nigéria, Arábia Saudita, Senegal, Emirados Árabes Unidos e Tailândia são convidados da cúpula do BRICS, destacou Byrnebach.

O Centro de Relações Internacionais do Brasil (CEBRI) divulgou nesta segunda-feira um relatório sobre as expectativas do país em relação ao envolvimento do campo dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

Chamado de Perspectivas Brasileiras para o BRICS-2022, o documento foi lançado a convite da Embaixada da China em Brasília e tem como objetivo mapear tendências e estratégias antes da 14ª Cúpula, no final deste mês. Foi elaborado pelos membros seniores do CEBRI Tatiana Rosito e José Mario Antunes com o apoio da equipe do Asia Center e a contribuição de dezenas de especialistas.

Ana Maria Bierrenbach, do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, apoia o BRICS, que se concentra em questões que produzem resultados decisivos, e compartilha com outros parceiros a segurança do multilateralismo na busca de uma ordem internacional mais justa e representativa e maior participação dos países em desenvolvimento.

Bierrenbach, coordenador regional do Brasil para o Ministério das Relações Exteriores do Brasil e vice-representante do Brasil no BRICS, explicou que o Brasil está “focando em questões de potencial potencial” desde 2019, quando seu país sediou a XI Cúpula no Brasil. Decisões como a recuperação económica, o combate à epidemia, bem como a cooperação económica e financeira.

“Devemos mencionar aqui o Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), a maior conquista do BRICS desde sua criação, e o recém-lançado Centro de Pesquisa de Vacinas, bem como o Acordo de Cooperação em Instalações Aduaneiras prestes a ser assinado”, disse Bierrenbach. .

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O CEBRI realizou três reuniões este ano com especialistas dos setores privado e público brasileiro e da sociedade civil, onde discutiram estratégias para fortalecer o comércio e os investimentos entre os países do BRICS e estimular investimentos para aumentar a completude das cadeias produtivas. Produtividade e gravidade da China.

Bierrenbach destacou ainda a integração entre “a sociedade civil, o empresariado e, em particular, as boas relações entre o empresariado nacional e o NBD”.

“Essa visão brasileira foca nos resultados concretos da cooperação setorial, não descurando o aspecto da integração política, que é financiada. [and] A cooperação econômica e o contato pessoa a pessoa formam os três pilares em que se baseia a parceria do BRICS”, acrescentou.

As negociações adotaram uma proclamação na reunião de chanceleres do BRICS em 19 de maio.

“Nossas negociações para a aprovação desse documento indicam que o BRICS continua sendo valorizado por seus cinco membros como uma importante plataforma de cooperação e diálogo, e que os principais objetivos que levaram à formação do Grupo há 13 anos ainda estão vivos”, disse. ela continuou.

Acrescentou ainda que os objetivos são “reforma das corporações multinacionais, representação legal e maior participação dos países em desenvolvimento na salvaguarda da diversidade e tornando a ordem internacional mais justa e eficaz”.

“Promover o crescimento sustentável, o combate às mudanças climáticas e a necessidade de aderir aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e à Agenda 2030.”

“Em uma situação em que esses objetivos são ameaçados por novos conflitos e ameaças, afetando especialmente os países em desenvolvimento”, sublinhou Bierrenbach.

Jin Hong-jun, responsável da China em Brasília, disse: “O governo chinês, junto com o Brasil e outros membros da delegação, espera promover um resultado positivo para a cúpula, tornando este mecanismo de cooperação uma fonte de turbulência e energia. Exibição. “

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O ex-embaixador do Brasil na China Marcos Karamuru de Biova explicou que o Brasil pode aproveitar as oportunidades abertas pela cooperação do BRICS. “A inserção do BRICS e sua utilização da plataforma dependem da definição de uma estratégia nacional mais ampla.

Nesse sentido, o relatório aponta que o Brasil deve utilizar este acampamento como uma oportunidade para agregar valor à sua agenda comercial e potencializar o comércio internacional de negócios, e, portanto, propor estimular um maior engajamento entre Eurásia, África e Sul. Os continentes americanos onde o Brasil pode construir pontes multidisciplinares e regionais.

Ao mesmo tempo, os cinco países discutem um documento proposto pelo presidente chinês sobre desenvolvimento institucional e fortalecimento de parcerias mais amplas. “Este ano, o presidente chinês abriu novos caminhos ao administrar a federação BRICS de uma maneira sem precedentes no contexto da reunião de chanceleres, algo que não havia sido feito antes”, disse Byrne. Ele também destacou que os convidados incluem Argentina, Egito, Indonésia, Cazaquistão, Nigéria, Arábia Saudita, Senegal, Emirados Árabes Unidos e Tailândia.

“O Brasil apoia o compromisso do BRICS com os países em desenvolvimento e economias emergentes, e o recrutamento de novos membros para o NDB já foi feito. O Brasil está pronto para considerar os critérios para tornar esse engajamento mais institucional e permanente”, destacou Bierrenbach.

(Fonte: Xinhua)