Outubro 17, 2021

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No Brasil, a Grande Barragem experimentou a pior seca em décadas

Hernanderias, Paraguai (AP) – A vasta barragem intersticial em um largo rio na fronteira do Brasil com o Paraguai sente o calor da pior seca do Brasil em nove décadas.

Às vezes descrito como uma das Sete Maravilhas Modernas do Mundo, as margens intertidais perenes e perenes tornaram-se rochosas e áridas.

Segundo o site da Itaipu, 2020 foi um dos anos mais secos da história da usina, com geração de energia em seu nível mais baixo desde 1994, uma década depois de inaugurada e menos eficiente do que é agora.

Hugo Zarate, supervisor da fábrica, disse que a produção será 15% menor neste ano.

“Não esperamos que a crise de escassez de água seja resolvida antes de 2022. Começaremos o ano em uma situação crítica”, disse Jared à Associated Press.

Isso pode ser catastrófico para um país que produz dois terços de sua capacidade hidrelétrica total instalada, e especialistas alertam para a potencial escassez de energia nos próximos meses.

O presidente Jair Bolsanaro disse no mês passado que os reservatórios das hidrelétricas estavam “fora de alcance” e pediu aos brasileiros que desligassem uma lâmpada, tomassem um banho frio e parassem de usar elevadores o máximo possível.

Os legisladores discutiram a devolução do horário de verão.

As safras murcharam com o aumento dos custos da energia e dos alimentos. A falta de chuvas “afeta a navegação, afeta a pesca e afeta o turismo”, observou Jared.

O rio Paran, que alimenta a usina, é uma das principais vias navegáveis ​​comerciais da América do Sul, passando pelo Brasil, Paraguai e Argentina. Atingiu seu ponto mais baixo Em quase 80 anos. Os navios no rio tiveram que reduzir sua tonelagem para continuar.

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Os níveis de água reduzidos fazem parte do ciclo natural. Mas especialistas dizem que as atividades humanas estão afetando os padrões climáticos globais, levando a eventos graves, como secas e inundações severas.

De acordo com um estudo recente, o Brasil, o país do planeta com mais recursos de água doce, perdeu 15% de suas águas superficiais desde 1991.

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Diane Jondet, correspondente da AP do Rio de Janeiro, relatou.