Julho 2, 2022

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O secretário do Tesouro brasileiro vê o locutor financeiro firme entrando em ano eleitoral instável

BRASÍLIA, 10 de dezembro (Reuters) – Com a revisão dos limites de gastos do governo brasileiro agora fixados em sua constituição, o novo secretário do Tesouro disse à Reuters que considera a recente paz nos mercados financeiros um voto de confiança na disciplina fiscal, apesar da iminência eleições no próximo ano.

“A âncora financeira é a mesma. Não mudou. É o teto de gastos”, disse o secretário especial do Tesouro e Orçamento, Estevez Kolnago, em sua primeira entrevista na quinta-feira.

Dois meses depois de assumir o cargo, a situação ainda não estava resolvida. Quatro altos funcionários do Tesouro, incluindo seu antecessor, saíram em protesto contra as novas regras orçamentárias e alguns especularam que o ministro da Economia, Palo Guedes, seria o próximo. A moeda e o mercado de ações do Brasil despencaram antes das eleições de 2022 devido à perspectiva de gastos públicos. consulte Mais informação

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Mas Guedes prometeu continuar e rapidamente nomeou Kolnacho, um ex-ministro do planejamento e analista do banco central, para uma posição-chave no Tesouro. O governo certa vez converteu os dois mercados estáveis ​​em regras orçamentárias. consulte Mais informação

“Os mercados se acalmaram quando houve sinais de que a emenda constitucional seria aprovada”, disse ele.

Na quarta-feira, o Congresso aprovou um novo orçamento constitucional que permitiria gastos adicionais de US $ 62 bilhões (US $ 11 bilhões) no próximo ano. As novas regras para empréstimos, conforme ordenadas pelo tribunal, permitirão outros INR 44 bilhões. O governo está aumentando os gastos com previdência, conforme prometido pelo presidente Jair Bolsanaro antes da eleição presidencial do próximo ano.

Kolnago disse que as discussões políticas em torno da eleição de outubro desencadeariam uma nova volatilidade nos mercados no próximo ano porque alguns candidatos propuseram uma ruptura brusca com a política atual.

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“Acho que no ano que vem teremos oscilações, o que explica a pequena diferença entre nossos modelos e alguns modelos de mercado nos próximos anos porque nosso modelo não leva em conta a mudança na estrutura financeira”, disse.

Alvo de dívida

Em vez de uma mudança dramática, disse Kolnago, o atual painel do Tesouro está pressionando pela evolução das regras fiscais que visam os níveis de dívida do governo em vez dos números do orçamento anual.

“Este é um sonho antigo do Tesouro”, disse ele, acrescentando que as regras fiscais atuais, incluindo a meta orçamentária primária e o limite constitucional de gastos, são, em última instância, o meio para criar um caminho de dívida sustentável.

Apesar das melhorias recentes nos números financeiros, de acordo com dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil ultrapassa 80%, com média de mais de 60% dos mercados emergentes.

Um painel informal de funcionários do Tesouro e conselheiros do Congresso já começou a discutir o plano. Kolnago disse que a ideia era ouvir as opiniões de todos os atores e promover cuidadosamente o debate para evitar contratempos políticos durante o ano eleitoral.

Como resultado, disse Kolnaco, as discussões podem não começar com entusiasmo até o segundo semestre de 2022.

“Isso acabará sendo aceito em outro governo, não agora”, disse ele.

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Marcella Ayers e Bernardo Carrom Editando Relatório de Brad Haynes e Nick Jiminski

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