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EXCLUSIVO: Petrobras mira investimentos sustentáveis ​​em novo plano de negócios de cinco anos, diz CEO

EXCLUSIVO: Petrobras mira investimentos sustentáveis ​​em novo plano de negócios de cinco anos, diz CEO

RIO DE JANEIRO, 17 Jul (Reuters) – A Petrobras (PETR4.SA) manterá os investimentos totais em seu próximo plano de negócios de cinco anos até o fim, disse o presidente-executivo Jean-Paul Prates à Reuters nesta segunda-feira. , acalmando os temores do mercado de uma onda de gastos sob o novo governo de esquerda.

A Petrobras está se preparando para visualizar seu próximo plano de negócios 2024-2028 no próximo mês, disse Bredes, antes de aprovar o plano final no final do mês.

Em entrevista do escritório da Petrobras no Rio de Janeiro, Prades disse que o valor dos investimentos no novo projeto “não deve variar muito porque não dá para fazer muitas mudanças de um ano para o outro”.

Antes de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assumir o cargo, os analistas aplaudiram suas perspectivas de gastos de capital, que atraíram US$ 78 bilhões no plano 2023-2027 aprovado em dezembro passado.

“Uma das preocupações que vimos dos investidores está relacionada a potenciais aumentos de capex no próximo plano estratégico da empresa”, escreveram analistas do Goldman Sachs em nota na noite de segunda-feira. “Assim, acreditamos que os comentários de hoje devem ser bem recebidos no mercado.”

No entanto, Prates disse que os investidores não devem se acostumar com o dividendo de grande sucesso que desfrutaram no ano passado, já que a política de dividendos da Petrobras será “ajustada” à realidade dos investimentos da empresa no futuro.

Embora o novo plano de negócios destaque uma nova ênfase em energia renovável, a empresa ainda se concentra em seus pontos fortes na exploração offshore de petróleo, particularmente nos campos do “pré-sal” na costa do Brasil.

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“Claro que teremos um programa de investimentos importante, o pré-sal é muito importante. É um pré-sal, uma petroleira offshore, mas vai se transformando aos poucos”, afirmou.

Prates reiterou seu compromisso de explorar perto da foz do rio Amazonas, na costa norte do Brasil, que a Petrobras considera uma fronteira importante para a exploração de petróleo e gás. Em maio, o regulador ambiental Ibama negou o pedido da Petrobras para perfurar na região.

“Prevemos que mais cedo ou mais tarde teremos uma licença”, disse Bretz, acrescentando que a empresa cumprirá todos os requisitos de licenciamento e prazos estabelecidos pelo IPAMA.

A Petrobras já recorreu da rejeição do IBAMA, mas não há prazo para uma decisão final.

“Não vamos abandonar a nova fronteira a menos que recebamos um sonoro ‘não’.”

Paralelamente, a Petrobras poderia expandir sua exploração offshore, seguindo a costa norte do Brasil até os vizinhos Guiana e Suriname nas franjas equatoriais, disse Prates. Outra opção é explorar partes da costa oeste africana com semelhanças geográficas com os campos offshore do Brasil.

“Não podemos deixar de ser uma empresa internacional”, disse ele.

Brace também disse que o Brasil está ansioso para aumentar o envolvimento com a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), depois de se encontrar recentemente com o secretário-geral da OPEP, Haitham Al Qais, em um evento em Viena.

O presidente da Petrobras disse que o Brasil quer se envolver mais nas discussões do grupo sobre tecnologia e mercados de petróleo. Ele enfatizou, no entanto, que o país não tem interesse em ser membro da Opep ou participar de cotas de produção.

(Reportagem de Marta Nogueira e Rodrigo Viga Guerre no Rio de Janeiro e reportagem adicional de Peter Frontini em São Paulo Edição de Brad Haynes, Matthew Lewis e Sonali Paul

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