Maio 21, 2024

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Petrobras coloca em produção terceira plataforma flutuante

Petrobras coloca em produção terceira plataforma flutuante

A estatal brasileira de petróleo e gás Petrobras anunciou no domingo o início da produção comercial do gigante navio flutuante de produção, armazenamento e descarga (FPSO) Septipa em seu campo de petróleo Mero, na parte pré-sal da Bacia de Santos.

Esta é a terceira unidade produtiva do setor Mero, de um total de cinco, pois duas ainda serão instaladas.

Sepetiba, afretado da SBM e instalado nos campos de petróleo de Mero, no pré-sal da Bacia de Santos, tem capacidade para produzir 180 mil barris de petróleo por dia (bpd) e 12 milhões de metros cúbicos de gás diários, informou a Petrobras. .

O início da produção da segunda fase de desenvolvimento do campo de Mero, no bloco de Libra, localizado a 180 quilômetros da costa do Rio de Janeiro, ocorre meses depois de a Petrobras saudar a chegada do FPSO Sepetiba em águas brasileiras. A embarcação foi afretada em dezembro de 2019 sob um contrato de arrendamento e operação de 22,5 anos com a SBM Offshore.

Com a segunda fase, o campo Mero atingirá capacidade de produção de 410 mil b/d. Duas fases de desenvolvimento adicionais de 180.000 barris/dia cada, Mero-3 e Mero-4, estão atualmente em construção, com início de operação esperado em 2025.

O FPSO Sepetiba faz parte de um sistema de produção composto por oito poços produtores e oito poços injetores de água e gás interligados à unidade. Segundo a Petrobras, a embarcação foi projetada para queima convencional zero para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, com o gás associado sendo injetado de volta no reservatório.

O FPSO vem com tecnologias inovadoras para aumentar a eficiência da produção e permitir a funcionalidade de captura, utilização e armazenamento de carbono (CCUS), onde o gás rico em CO2 é reinjetado no reservatório para reduzir as emissões de gases de efeito estufa.

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O campo Mero produz cerca de 230 mil barris de petróleo e 15 milhões de m3 de gás todos os dias. A Petrobras (38,6 por cento) opera o setor, junto com Shell Brasil (19,3 por cento), Total Energies (19,3 por cento), CNBC (9,65 por cento), CNOOC (9,65 por cento) e Pré-Sal Petróleo (BPSA). ) (3,5 por cento), representando o governo na área de não acordo.

“O início da produção do Mero-2 é um novo marco para a TotalEnergies no Brasil, uma área chave de crescimento para a empresa. Com seus vastos recursos e produtividade de classe mundial, o desenvolvimento do Mero oferece produção de petróleo de baixo custo e baixas emissões, em linha com a estratégia da nossa empresa”, disse o CEO da Total Energies. O CEO Patrick Pouyanné comentou.

O campo de Mero também abriga atualmente o FPSO Pioneiro de Libra, com capacidade de produção de até 50 mil bpd, operando o sistema de produção antecipada (SPA 2), e o FPSO Guanabara, com capacidade de produção de até 180 mil bpd. Em Fevereiro de 2023, cerca de oito meses após a primeira produção de petróleo, a produção de petróleo atingiu o pico de 179.000 barris por dia.

Localizado na região do pré-sal da Bacia de Santos, Mero é o terceiro maior campo do Brasil, depois de Tupi e Pujeos. A Petrobras planeja comissionar 11 unidades FPSO adicionais na camada pré-sal offshore do Brasil até 2027, aumentando a produção para 2,4 milhões de boe.

Nos próximos cinco anos, espera-se que o Brasil gaste a maior parte do seu fundo de investimento de 102 mil milhões de dólares em petróleo e gás natural, com 11,5 mil milhões de dólares destinados a projetos de redução da pegada de carbono.

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A Petrobras iniciou recentemente as operações de perfuração na margem equatorial, que se estende do estado do Rio Grande do Norte até Amaba, na costa brasileira.