Julho 2, 2022

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ONU pede pressão sobre Brasil sobre ameaças domésticas da COP26

O governo brasileiro será alvo de investigadores da ONU após alegações de que líderes nacionais foram ameaçados durante a cúpula da COP26, uma cúpula de alto nível da ONU em Glasgow no ano passado. A participação oficial do Brasil no evento foi ofuscada pelos discursos sentimentais dos críticos tribais de Jair Bolsanaro.

Por Site UOL, Um relatório da ONU admite que Alessandra Gorb Mundurugu – uma ativista tribal do sul da Amazônia – foi agredida verbalmente por uma pessoa não identificada após estar envolvida na COP26. Foi só depois que ela voltou ao Brasil que a ameaça se agravou: a eletricidade de sua casa foi cortada, depois ocupada, saqueada e vandalizada.

Os membros da ONU agora querem saber se o Brasil tem alguma “medidas destinadas a proteger Alessandra Mundurugu”. Delegados da Polícia Federal dizem que sua própria investigação sobre o caso está em andamento. E este não é um caso isolado. Após retornar da COP26, o ativista tribal Txai Suruí disse ter recebido ameaças no estado de Rondônia.

Ele foi alvo de Jair Bolsanaro, que disse ter comparecido à conferência de Suri apenas para “atacar o país”. Durante a COP25 em Madri em 2019, o governo foi acusado de enviar pessoal de inteligência para ouvir ativistas ambientais.

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