Setembro 16, 2021

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O patinador adolescente tem uma surpresa legal ao retornar ao Brasil

A skatista brasileira Raisa Leal, que ganhou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Tóquio em 2020, chega ao Aeroporto Internacional de Quarulhos perto de São Paulo, Brasil, em 28 de julho de 2021.

São Paulo, 28 de julho (Reuters) – A medalhista olímpica júnior do Brasil, Raisa Leal, voltou para casa na quarta-feira e encontrou um advogado que ela não sabia que ela tinha uma marca registrada, porque temia que empresários desonestos pudessem se aproveitar da garota de 13 anos. Skatista.

Flavia Benito disse que se inscreveu para registrar o apelido de ‘Fada’ dado a Lee, que conquistou a medalha de prata na categoria rua em Tóquio.

Benito viu a encantadora apresentação de Lile no Brasil na manhã de segunda-feira e logo consultou os funcionários da National Trademark para ver se alguém havia se registrado para roupas ou equipamentos de skate.

Quando nada apareceu, ele tomou medidas para registrar o nome da menina.

“Às vezes você tem que tomar decisões rápidas”, disse Benito no Twitter.

“O interesse não é explicitamente econômico, mas para mostrar a importância de proteger os direitos finais de Raisa e sempre fazer o marketing e o trabalho jurídico juntos.”

Benito disse que vai dar direitos ao atleta. A família de Leal não respondeu imediatamente aos pedidos de comentário.

Depois de ser compartilhado pelo superastro do skate Tony Hawk em 2015, Leal ganhou o apelido quando o vídeo dele fazendo manobras de skate em uma fantasia de anjo se tornou viral.

Poucas horas depois de seu sucesso, sua popularidade disparou, e Leel adicionou milhões de seguidores no Twitter após sua aparição no palco.

Andrew Downey Editando Relatório por Toby Davis

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