Julho 2, 2022

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O banqueiro central brasileiro descreve como o sistema CBDC pode parar o fluxo do banco

Em um jornal recente Publicados Fabio Araujo, economista do Banco Central do Brasil (CBB), o banco central do país para operações em moeda digital, foi descrito pelo Banco de Soluções Internacionais (BIS) como tendo o poder monetário sobre o controle da população. Assim que seu CBDC saiu. Com o chamado Real Digital, o banco central pode interromper o fluxo do banco e impor outras restrições aos cidadãos que recebem dinheiro.

O Real Digital, a versão digital da moeda nacional brasileira, está em discussão no banco central desde 2015 e terá seus primeiros testes em 2023 com nove soluções oferecidas por empresas privadas durante um recente evento lift challenge organizado pelo CBB.

O Cointelegraph informou que o valor do próximo CBDC será vinculado ao sistema tarifário nacional Fiat STR, também conhecido como Sistema de Transferência de Reservas.

Por meio do Real Digital, o banco central diz que quer operar os chamados pagamentos inteligentes em um ambiente simplificado. Os pagamentos inteligentes incluem contratos inteligentes, transações com dispositivos da Internet das Coisas e aplicativos de finanças descentralizadas (DeFi).

Na documentação do BIS, o principal objetivo da introdução de um CBDC é fornecer um ambiente seguro e confiável para que os empreendedores inovem por meio do uso de tecnologias de programabilidade que tornam os pagamentos inteligentes realidade.

“As tecnologias para pagamentos inteligentes, como visto em ativos criptográficos, estão se adaptando aos novos modelos de negócios e são mais adequadas para atender às necessidades da população”, disse ele.

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O banco central pode parar de receber dinheiro

Nesse trabalho, Araujo destaca a necessidade de o banco central manter uma parceria com o setor privado na oferta de liquidez ao mercado. Segundo Araujo, o banco central considera a coexistência entre dinheiro digital real e dinheiro privado fornecido por empresas reguladas pelo CBB.

Portanto, sob a garantia de que esses tokens serão convertidos em reais digitais, os indivíduos poderão converter seus depósitos em tokens capazes de acessar os serviços oferecidos neste novo site. Ou seja, os bancos podem emitir seus próprios tokens, visando os aplicativos de contrato inteligente que detêm o saldo no Real Digital como garantia de operação.

“Os tokens de depósito bancário comercial herdam todos os termos e características de seus ativos-mãe, como requisitos de saldo parcial”, disse ele. “De forma similar, [payment service provider] Os tokens de depósito obtêm suas propriedades como requisitos de reserva total.”

No entanto, ao contrário do ecossistema de criptomoedas, haverá um sistema para bloquear os ativos dos usuários em sua posse e ninguém poderá bloquear suas operações na CBDC do Brasil.

Araujo ressalta que em determinado momento e por diversos motivos, o banco que os usuários desejam transformar esses tokens em reais digitais pode estar rodando, o que é garantido pelo banco central. Para evitar tais fluxos bancários, a CBB já prevê “suspensões e restrições às CBDCs e fluxo de conversão”.

O Fed ressalta que haverá um limite para a conversão desses tokens para o real digital e que é necessário um planejamento antecipado. Em outras palavras, o banco central tem o poder de controlar o fluxo de dinheiro dentro do sistema.

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A ficha explica:

“No entanto, a velocidade com que os tokens individuais são convertidos em CBDCs é uma fonte de preocupação, pois os mecanismos de integração podem ser restaurados.

Aurozo conclui o documento ressaltando que o Real Digital possibilitará a criação de serviços financeiros personalizados para atender as diversas demandas da comunidade ao viabilizar contratos inteligentes e soluções monetárias programáveis ​​no ambiente financeiro brasileiro.

O artigo conclui que esses recursos, aliados à educação financeira, podem trazer benefícios de desempenho e atender toda a população do país e até mesmo aquelas que estão à margem do sistema financeiro.