Setembro 27, 2021

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Ministro do Meio Ambiente do Brasil renuncia; Registro ilegal enfrenta julgamento

BRASÍLIA, 23 de junho (Reuters) – O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salas, renunciou na quarta-feira após uma investigação criminal sobre se ele havia obstruído uma investigação policial sobre sua entrada ilegal na floresta amazônica.

Este mês, o juiz da Suprema Corte Salles aprovou o julgamento após batidas da polícia federal contra um ministro e outras autoridades que supostamente permitiam a exportação ilegal de madeira. consulte Mais informação

“Entendo que o Brasil deve ter interesses fortes no cenário internacional e na agenda nacional ao longo deste ano”, disse Salles a jornalistas em Brasília. “Portanto, isso pode ser feito de uma maneira muito pacífica. Eu apresentei minha renúncia.”

O ministro cessante tem sido um dos principais negociadores com o Brasil nas negociações com os Estados Unidos sobre o financiamento para a proteção da floresta amazônica, onde o desmatamento aumentou desde a posse do presidente de direita Jair Bolsanaro em 2019. consulte Mais informação

O Ministro do Meio Ambiente do Brasil, Ricardo Salas, fala em uma entrevista coletiva após uma cúpula do clima global virtual em Brasília em 22 de abril de 2021. REUTERS / Ueslei Marcelino

Essas negociações foram paralisadas, com a última reunião há um mês, e duas fontes familiarizadas com o assunto disseram não estar claro se o atraso está relacionado a Salles.

Salles enfrentou fortes críticas de defensores do meio ambiente em todo o mundo, e o público foi distraído pela epidemia depois que o governo brasileiro reconsiderou que deveria trazer o controle ambiental em uma reunião de gabinete registrada.

Para substituir o ministro, Bolzano indicou Joaquim Álvaro Pereira Light, no Diário Oficial do Governo.

Ex-conselheiro da Associação Rural Brasileira, ele atuou como secretário do Ministério da Luz Amazônica e Serviços Ambientais, um grupo de lobby centenário dos interesses agrícolas.

“Quem ocupar a cadeira ministerial obedecerá às ordens de Bolsanaro e seguirá com a mesma política de destruição ambiental de Salles”, disse Marcio Astrini, chefe do laboratório de clima do Comitê de Meio Ambiente.

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Relatório de Gabriel Starcarter e Jack Spring Editando Brad Haynes

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