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JBS do Brasil lança unidade de aluguel de caminhões elétricos para carga refrigerada

O logotipo do frigorífico brasileiro JBS SA é visto na cidade de Jundiaí, Brasil 01 de junho de 2017. REUTERS / Paulo Whitaker

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SÃO PAULO, 26 Abr (Reuters) – A JBS SA (JBSS3.SA) anunciou nesta terça-feira a criação de uma unidade de negócios para locação de caminhões elétricos para distribuição de cargas frigoríficas ao varejo, ajudando o frigorífico brasileiro a avançar em seu plano de redução de emissões de carbono e reduzindo a logística custos a médio e longo prazo.

A No Carbon, a nova empresa, já está operando, com uma frota de 31 veículos elétricos de carga urbana. Inicialmente, eles estão sendo alugados para empresas de transporte que prestam serviços à JBS, mas a empresa espera expandir a operação no futuro para outras empresas interessadas em transporte livre de emissões.

Os veículos, produzidos pela chinesa JAC Motors, já estão sendo usados ​​para distribuir os produtos Friboi, Seara e Swift. Eles substituirão parte dos caminhões movidos a diesel atualmente utilizados pelos prestadores de serviços logísticos do grupo.

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Os veículos urbanos de carga são capazes de transportar até 4 toneladas de carga e podem viajar até 150 km (93 milhas) por dia, o que os torna ideais para centros urbanos, disse à Reuters Armando Volpe, diretor executivo da No Carbon.

A frota elétrica está operando em algumas partes dos estados brasileiros de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e região da capital federal do país, onde também estão disponíveis pontos de recarga nos centros de distribuição da JBS.

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No futuro, Volpe diz que a empresa pode ampliar a frota e até abrir a locação de veículos para outros players do mercado com alta demanda por serviços logísticos, como redes de varejo e comércio eletrônico.

A empresa calcula que cada veículo de carga urbano elétrico evitará que 30 toneladas de gás carbônico equivalente entrem na atmosfera por ano.

Eles também economizarão dinheiro por causa de seus custos de manutenção mais baixos em comparação com caminhões convencionais, disse Volpe.

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Reportagem de Letícia Fucuchima; Edição por Leslie Adler e Paul Simão

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