Novembro 28, 2021

FVO Site

Encontre as últimas notícias do mundo de todos os cantos do globo no site FVO, sua fonte online para cobertura de notícias internacionais.

Distribuidoras de combustíveis no pequeno Brasil sentem pressão de abastecimento da Petropras

Varejistas brasileiros afirmam que a petroleira federal Petrobras cortou uma parcela Próximo mês O fornecimento de gasolina e diesel aumenta o risco de escassez de combustível, mas os especialistas acreditam que o choque é improvável.

Segundo a Brazilcom, a associação nacional dos distribuidores Petrobras, que detém o monopólio do refino, a decisão foi unilateralmente.

“Os cortes promovidos pela Petroproz, que às vezes chegam a mais de 50% do valor das compras pedidas, colocam o país em situação de potencial desabastecimento.Disse a Brazilcom em comunicado.

A empresa lembrou que “esses cortes de oferta não puderam ser compensados ​​por negócios de importação, dada a atual disparidade entre os preços no mercado internacional, que são bem mais elevados do que no Brasil”.

O BNamericas recebeu cartas de duas distribuidoras informando que os cortes da Petropras tiveram “repercussão severa” e foram encaminhadas ao departamento de fiscalização da ANP.

Os distribuidores da Itasa Petroleum afirmam que a gasolina e o diesel foram reduzidos de 35% a 74% em São Paulo, Arakoria, Paraná, Itaja, Santa Catarina e Guerrero e Paulínia.

Enquanto isso, a Royal Fick Distribuidora de Derivados de Petrelio disse que reduziu o fornecimento de diesel AS500 da Petrobras em 56,6% no município de Zhekwich, na Bahia.

Tanto a ANP quanto o Ministério de Minas e Energia (MME) adotaram “medidas necessárias para garantir o abastecimento nacional de combustíveis”.

Em nota, a Petrobras disse que suas refinarias “executam integralmente e continuam operando os contratos com as distribuidoras de acordo com os termos e condições de operação”.

Nem a ANP nem o MME responderam aos pedidos de comentários.

Embora apoiando o plano de isenção da refinaria da Petroprose, a Brazilcom destacou que as autoridades devem estabelecer regras claras para proprietários de instalações e sistemas de logística para evitar desequilíbrios de concorrência.

READ  Black Diamonds e Blue Brazil Review - Love, Loss e Lower League Footy | Jogo de áudio

Até o momento, a Petropras contratou a refinaria Landulpo Alves (RLAM) no estado de Papua com a Mubadala Capital e Adam Distributor de Petrolio para a divisão Isaac Sabba (Reman) no estado do Amazonas.

Outras seis fábricas devem ser vendidas até o final do ano, conforme solicitado pela Unsuspecting Trust Commission. São eles o óleo lubrificante e o petróleo do Nordeste (Lupnor), Unidade de Industrialização de Xisto (Rio), Alberto Pasqualini (Ref), Gabriel Pasos (Recap), Abru e Lima (Renest) e o presidente Ketlio Vargas (Repar).

Marcus D’Lia, sócio da consultoria Legio Consultoria, disse à BNamericas que o risco de escassez no abastecimento de combustível é baixo. A Brazilcom se refere a grupos pequenos e médios com participação de mercado limitada.

“Nos contratos da Petrobras, considerando o histórico de pedidos nos meses anteriores, é provável que a Petrobras não cumpra um pedido completo de uma concessionária. Isso acontece quando os pedidos cruzam blocos históricos e não há planos de expandir as vendas para um centro específico”, afirmou. ele disse.

Louis Henrik Sanchez, ex-diretor da LHS Consultoria e Trainamendo e Refinaria Mangoins, disse que a recuperação econômica e o recall de motores antigos que usavam o diesel S500 estão aumentando o consumo de diesel S10.

“A Petroprose não consegue abastecer todo o mercado e há muito tempo importa os produtos. Grandes distribuidores também importam, mas os médios e pequenos têm mais dificuldades”, disse à Binamericas.

Mudança acrescentou: “Não acredito que haja uma grande escassez, mas pequenos distribuidores estão sendo substituídos por grandes, se não puderem importar.”