Setembro 27, 2021

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Como os povos indígenas respondem a Covit-19 no Brasil பல்கலைக்கழக Universidade de Londres

O Povos indígenas respondendo ao COVID-19 no Brasil: arranjos sociais de emergência de saúde global O projeto é 2021 e está sendo executado inteiramente remotamente.

Desde a eclosão da epidemia de COVID-19, e na ausência de uma liderança nacional de saúde pública clara, a maioria dos 300 diferentes povos indígenas do Brasil tiveram que assumir a responsabilidade pela disseminação do vírus entre suas comunidades. Mãos.

Essas comunidades estão em alto risco como resultado de desenvolvimentos sócio-políticos recentes, como desenvolvimento de mineração e migração para áreas remotas, e muitas infecções e mortes domésticas do Govt-19 provavelmente não serão documentadas.

Liderada pela Dra. Maria Paula Brads, da University of London, a pesquisa conta com uma rede central de 60 pesquisadores e 20 colaboradores em todo o território brasileiro – indígenas e não indígenas.

A antropologia é o estudo das sociedades e culturas humanas e de seu desenvolvimento.

Usando métodos e conhecimentos antropológicos, como avaliação rápida e etnografia participativa, que inclui entrevistas online, documentários e texto e dados visuais, os pesquisadores do projeto identificam respostas domésticas e mobilizam estratégias para reduzir os riscos do Govt-19. Eles também testemunham o impacto até então não documentado da epidemia na vida nativa.

Desde janeiro, os pesquisadores têm relatado o progresso mensal do projeto por meio de um site dedicado, A Plataforma de Antropologia e Respostas Indígenas COVID-19 (Equal-C)

Desde junho, nove estudos de caso representando o trabalho foram publicados desde setembro de 2021. Os estudos de caso estão estruturados em três eixos: 1. Saúde, Assistência e Mortalidade; 2. Movimento e rotação; 3. Fornece análises aprofundadas de gênero e os seguintes oito contextos:

1 – Parto e cuidados durante Govt-19

2 – Dissociação social e sua compreensão

3 – Mulheres, Alimentação e Cuidados

4 – Luta, vida e epidemia na região de Abinaj

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5 – Demandas regionais na Amazônia, saúde e cuidado doméstico

6 – Mulheres indígenas e cosmopolítica no Alto Rio Negro

7 – Conhecimento tradicional da mulher e saúde indígena

8 – Movimentos Indígenas, Epidemiologia e Controle Social: Estratégias de mobilização e enfrentamento do Govt-19 pelos povos indígenas de Bernambuco e Paraspa.

9 – Vacina

O projeto é resultado de um acordo de cooperação internacional entre a Universidade de Londres (Citi University, UK) e Porto Alegre (UFCSPA), a Universidade do Sul da Bahia (UFSP) e a Universidade de São Paulo. USB), no Brasil.

É financiado pela iniciativa de Pesquisa e Inovação do Reino Unido (UKRI) e do Instituto Nacional de Pesquisa em Saúde (NIHR), que apóia novas iniciativas para combater o COVID-19 em países de baixa e média renda.

A líder do projeto, Dra. Maria Paula Brads, pesquisadora da University of London, School of Health Sciences, disse:

A fim de abordar esta emergência oculta de saúde pública e risco para a vida nativa, o projeto visa preencher a lacuna entre o conhecimento antropológico e a saúde pública e global. Evidências de epidemias anteriores, como HIV e Ebola, sugerem que a antropologia poderia ter um grande impacto na atual emergência COVID-19 entre os povos indígenas. Pode trazer à tona respostas locais, culturalmente enraizadas e mobilização da comunidade, investimento em comunicação e destaque nas áreas científicas, bem como o potencial de saúde pública de agências de saúde e comunidades locais. Nosso objetivo é facilitar e projetar as respostas mais eficazes a esta epidemia, envolvendo os tomadores de decisão dentro das comunidades tribais por meio de uma abordagem antropológica.

Descubra mais

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perguntar Mensagens orais gravadas em áudio Uma tribo (com transcrição) expressou sua preocupação com a crescente epidemia de COVID-19, desde a líder Guarani Dalsira Gomes ao Dr. Brads.

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Leia o esboço do projeto de pesquisa

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