Maio 24, 2022

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CBMM do Brasil fornecerá células de bateria de nióbio para motocicletas elétricas Horwin

A mineradora brasileira CBMM começará a usar tecnologia desenvolvida com a Toshiba para fornecer células de bateria de nióbio para motocicletas elétricas de carregamento rápido.

A mineradora brasileira CBMM disse nesta quinta-feira que começará a usar tecnologia desenvolvida com a Toshiba para fornecer células de bateria de nióbio para motocicletas elétricas de carregamento rápido a serem fabricadas pela chinesa Horwin no país sul-americano.

A empresa brasileira, maior fornecedora mundial de óxido de nióbio, fornecerá as células da bateria, enquanto a Horwin Brasil produzirá o “cérebro” do componente, além das próprias motocicletas.

“Planejamos produzir 4.000 células de bateria para validar a tecnologia com o usuário final e então entraríamos na etapa de planejamento industrial”, disse Rogério Marques Ribas, gerente executivo do programa de baterias da CBMM.

Ele acrescentou que a empresa tem projetos planejados com os principais fabricantes de baterias da Ásia, Europa e Estados Unidos.

A parceria com a Horwin marca um importante avanço no plano da empresa brasileira de expansão para o mercado de baterias, que deve responder por até 25% de sua receita anual até 2030, com crescimento exponencial em volumes, disse Ribas à Reuters.

As novas baterias reduzirão o tempo de carregamento de três horas para cerca de 10 minutos e terão uma vida útil maior quando comparadas às baterias tradicionais, de acordo com Horwin.

“Nossas motocicletas são muito usadas em operações comerciais que não podem ficar três horas carregando uma bateria, por exemplo, empresas de segurança”, disse Pricilla Favero, CEO da Horwin no Brasil.

A Horwin Brasil vai investir cerca de 100 milhões de reais (US$ 21 milhões) no empreendimento com a CBMM e espera vender 100 mil motocicletas com baterias de nióbio no país até 2024.

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A CBMM planeja investir R$ 70 milhões na parceria em 2022 e prevê vender 500 toneladas de óxido de nióbio, ante 50 toneladas no ano passado. A empresa pretende aumentar as vendas do produto de nióbio para 50.000 toneladas até 2030.

Espera-se que o mercado de óxido de nióbio cresça nos próximos anos, à medida que a demanda por veículos elétricos aumenta.

($ 1 = 4,7704 reais)

(Reportagem de Leticia Fucuchima; Redação de Peter Frontini; Edição de Paul Simão)

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(Esta história não foi editada pela equipe da NDTV e é gerada automaticamente a partir de um feed distribuído.)

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