Julho 2, 2022

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Casos de COVID-19 irrompem em escolas brasileiras

O início da quarta onda da epidemia de COVID-19 no Brasil foi caracterizado por um tremendo aumento de casos entre professores, alunos e funcionários da escola. Rejeitando a afirmação da classe dominante brasileira e mundial de que as escolas são seguras, muitas escolas em todo o país suspenderam as aulas nas últimas semanas e algumas cidades voltaram a forçar o uso de máscaras nas salas de aula.

Em maio, o número de infecções do Governo-19 no Brasil voltou a aumentar. No sábado, a média móvel de casos diários atingiu 29.824, um aumento de 104% em relação a duas semanas antes, e 84 mortes foram registradas. No entanto, esses números são amplamente subestimados. Além do relatório de queda em massa, 15 dos 27 estados do Brasil não informaram dados epidêmicos devido a questões técnicas.

Sala de Aula Vaga em uma Escola Brasileira (Crédito: Senado Brasileiro)

“Nunca viajamos no escuro”, disse o epidemiologista Fernando Spilky ao Daily. Folha DS. Palo. “Muito pouco foi testado e registrado. Além disso, com [recent] Possibilidade de auto-exame… Muitos casos acabam sem serem registrados”, explicou.

No que chamou de “receita catastrófica”, o neurocientista brasileiro Miguel Nicolás alertou no Twitter em 26 de maio: “Este é um dos momentos mais perigosos da epidemia porque todas as medidas para controlar a propagação do vírus foram eliminadas.

De fato, o subtipo BA.2 Omicron mais infeccioso e resistente a vacinas domina hoje no Brasil, mas os casos do subtipo BA.4 e BA.5 são responsáveis ​​pelo recente aumento de casos na África do Sul e na Europa. Foi identificado. Embora seja obrigatório em transporte público e hospitais, a ordem de uso de máscaras em salas de aula e outros espaços fechados foi revogada no início de abril em todos os estados brasileiros. A vacinação está estagnada, com 77,4% dos brasileiros totalmente imunizados e apenas 44% das pessoas com vacina de reforço. A situação viu a taxa de spread crescer de meados de abril para 1,48 em 1º de junho.

É nesse contexto que o Covit-19 está se espalhando como um incêndio nas escolas brasileiras. Além de uma surpresa, as explosões nas escolas são outra confirmação clara de seu papel na disseminação do COVID-19. E, como já aconteceu, manter as escolas abertas desencadeia uma quarta onda de epidemias no Brasil.

No entanto, apesar da possibilidade de um surto nas próximas semanas, os governos estaduais e municipais do Brasil estão fazendo todo o possível para ajudar as pessoas a “aprender a viver” com a COVID-19. Algumas cidades reivindicaram a obrigatoriedade do uso de máscaras nas salas de aula, apesar de vários estudos científicos apontarem que o vírus pode se espalhar em até 80% das vezes em uma operação tão simples.

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