Julho 4, 2022

FVO Site

Encontre as últimas notícias do mundo de todos os cantos do globo no site FVO, sua fonte online para cobertura de notícias internacionais.

Amazônia brasileira é emissora líquida de carbono desde 2016

O desmatamento rápido é maior que a captura de carbono pelas árvores remanescentes

EUf Havia florestas tropicais Sistema respiratório da Terra, a Amazônia está cheia de pulmões. A região cobre metade dos trópicos. Suas plantas produzem 1,5 bilhão de toneladas de dióxido de carbono (CO)2) Um ano, equivalente a 4% das emissões de combustíveis fósseis.

Este é o desmatamento na taxa de câncer de pulmão. A cada ano, um pedaço do tamanho do Kuwait é cortado ou queimado. Ambos removem CO2– As árvores absorvem e liberam seu carbono armazenado de volta ao ar.

,0001,0001.500200510152021EmissõesDescartes

BrasilPeruColômbiaVenezuelaGuianaSURINAMEBolíviario AmazonasManasPorto VelhoBelémCuba

A Amazônia brasileira cobre uma área de 5,37 m2 em 2005. O fluxo de carbono da floresta pode ser encontrado aqui com uma média de cinco anos de atraso. A maior parte (em Verde) CO absorvido2 E guardou.

No início dos anos 2000, os produtores de soja e pecuária estavam cultivando 20.500 km2 por ano. No local do desmatamento foi ejetado o carbono armazenado da Amazônia (partes Roxa)

Na virada da década, CO2 A produção caiu e mais áreas florestais ganharam proteção legal quando o banco central cortou empréstimos a empresas que impuseram multas por desmatamento. O carbono líquido da Amazônia brasileira volta a afundar.

Mas em 2012 o governo pediu desculpas pelo desmatamento passado e, em 2014, começou uma recessão, forçando os agricultores a procurar novas terras.

Em 2016, as emissões aumentaram: 32.600 quilômetros quadrados foram cortados somente naquele ano, e a destruição continuou em ritmo acelerado desde então.

Nos últimos 20 anos, a Amazônia brasileira perdeu 350.000 quilômetros quadrados e liberou 13% mais CO.2 Do que absorve. A tendência está mostrando poucos sinais de reversão rápida.

Na pior das hipóteses, as árvores serão perdidas e, além disso, a floresta não será capaz de gerar umidade suficiente para sustentar seu ambiente. Mas mesmo que essa catástrofe pudesse ser evitada, um sério dano já foi causado. A extração contínua de madeira a cada ano reduz a pegada de carbono da floresta: a taxa de absorção da Amazônia brasileira diminuiu 1,2% ao ano desde 2001.

Duas análises de 2021 identificaram partículas da Amazônia como emissores líquidos. Um, dentro Natural, Encontrou este padrão em amostras atmosféricas do sudeste da Amazônia. O outro foi construído em papel Mudanças climáticas naturais, Que vinculou imagens de satélite de perdas de árvores com dados sobre tipos de solo; Densidade e idade das árvores; E o impacto das emissões das mudanças no uso da terra. Com base nas estimativas resultantes de CO2 Corre, nos professores DesculpeUm grupo de conservação observou que as emissões líquidas da Amazônia brasileira em 2001-20 foram maiores do que as emissões líquidas da Argentina ou Paquistão – embora toda a Amazônia, incluindo partes de florestas em países vizinhos, estivesse submersa em carbono líquido.

Ambos os estudos medem as emissões durante um longo período de tempo. Nada sugere se as tendências recentes no nível regional são positivas ou negativas. Para descobrir, comparamos os dados mais recentes sobre CO2 Flui com os mapas anuais do cartão de madeira para criar os mapas acima.

Fluxos de gases de efeito estufa, em média 2001-21

Toneladas de CO₂ equivalem a um quilômetro quadrado

Algumas áreas são altas no céu

As emissões são altas

Área com absorção moderada

O Brasil prometeu acabar com o desmatamento ilegal até 2028. No entanto, o presidente Jair Bolsanaro flexibilizou a implementação da proteção ambiental. Imagens de satélite mostram que em 2022 ocorreu mais do dobro do desmatamento do que em janeiro-abril de 2010-21. A trajetória futura do aquecimento global dependerá de Bolzano ser reeleito este ano.

READ  Parshotham Rupala visitou o Brasil de 16 a 20 de maio de 2022