Maio 20, 2024

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A foz do Amazonas receberá a maior parte dos investimentos em petróleo do Brasil

A foz do Amazonas receberá a maior parte dos investimentos em petróleo do Brasil

De acordo com o mais recente Relatório Segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP), as petrolíferas do país devem investir cerca de R$ 21 bilhões (US$ 4,3 bilhões) em esforços de exploração até 2027, com cerca de 29% dos recursos previstos para serem gastos até o final do ano.

O financiamento é para estudos para determinar se o petróleo e o gás natural estão presentes em quantidades suficientes para tornar a extração economicamente viável.

Na prática, o anúncio representa a insistência da Petrobras em explorar as reservas de petróleo offshore na foz do rio Amazonas, a chamada “Margem Equatorial” que abrange as costas norte e nordeste do Brasil.

Segundo a agência, a região Presta atenção Enorme quantidade de investimentos nos próximos cinco anos. As bacias de Campos e Santos, na região sudeste, e parte do maciço pré-sal descoberto em 2006 ficaram em segundo lugar.

Em maio, o Ibama, órgão de proteção ambiental do Brasil, negou à Petrobras permissão para explorar a margem equatorial. A região se compara às reservas do pré-sal, que respondem por quase três quartos da produção das petrolíferas. Mas é uma área socioecológica muito sensível, com muitas áreas protegidas, terras indígenas e grande biodiversidade.

A margem equatorial é uma proposta de alto risco e alta recompensa, disse Atisha Mahajan, vice-presidente de exploração de petróleo da empresa de consultoria Rystat Energy. relatório brasileiro Em junho.

A Rystad Energy estima o potencial da reserva em 5 bilhões de barris de óleo equivalente, mas coloca as preocupações ambientais no topo de sua matriz de risco. “É uma área muito ativa, vinda de correntes e sedimentos [mouth of the Amazon]”, diz a Sra. Mahajan relatório brasileiro.

Segundo a ANP, foram 20 anúncios de descobertas de petróleo no Brasil em 2022, um aumento de 54% em relação ao ano anterior.

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No final do ano, estavam em contrato 295 blocos petrolíferos, um aumento de 19 por cento. Destes, 17 por cento foram suspensos devido a atrasos na emissão de licenças ambientais. A empresa disse que 23 poços foram perfurados, um a mais do que em 2021.

“Garantir o aumento das atividades exploratórias no Brasil é garantir a segurança energética do país”, afirmou o diretor-geral da ANP, Rodolfo Saboia. “Só em 2022, a ANP distribuiu aproximadamente R$ 130 bilhões em royalties, participações especiais e bônus de assinatura.”