Agosto 5, 2021

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O governador diz que a solução final para o desastre da barragem da Samarco no Brasil pode chegar ao B19B

RIO DE JANEIRO – Uma solução definitiva para os danos causados ​​pela barragem de Tiling em 2015 com as mineradoras Samarco e proprietários BHP Group e Vale SA pode chegar a US $ 100 bilhões (US $ 19,06 bilhões), disse o governador do estado brasileiro atingido pela catástrofe à Reuters.

Essa estimativa é quase quatro vezes superior a um acordo inicial com as mineradoras em 2016, que lançou as bases para a execução da indenização e encerrou temporariamente as ações judiciais relacionadas ao incidente.

Romu Jima, o governador de Minas Gerais, disse à Reuters na noite de sexta-feira que o negócio vale cerca de US $ 100 bilhões.

O procurador-geral da equipe de socorro ao desastre disse à Reuters no início deste mês que o acordo anterior não era suficiente e mostrou um valor chave para o futuro acordo de Rice de US $ 155 bilhões.

O rompimento de uma barragem na mina de minério de ferro da Samarco, perto da cidade de Mariana, no estado de Minas Gerais, é amplamente considerado o maior desastre ambiental do país. Ele lançou detritos vermelhos grossos o suficiente para encher cerca de 12.000 piscinas olímpicas, arrasando uma vila inteira, matando 19 e deixando centenas de desabrigados.

Os destroços inundaram o rio Rio Dose, sufocando peixes e cuspindo superfícies sem vida.

Em 2016, as empresas firmaram um acordo inicial com o Ministério Público, que lançou as bases para a reparação dos danos e um cronograma complexo de pagamentos. Mas o acordo permitiu um acordo definitivo e firme.

De acordo com Wall, a compensação atual está ajudando atualmente a entregar 24,4 bilhões de aumentos, dos quais cerca de 13 bilhões de aumentos já foram gastos.

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A empresa diz que um total de US $ 5 bilhões foi reservado para cobrir o que é considerado um dano irreversível. Esse montante não está aberto para renegociação.

A GEMA disse que a solução final também seria aprender com o acordo assinado com a Velu para um desastre em uma barragem separada em Bromadinho em 2019, no qual a empresa concordou em pagar à Rice 37,69 bilhões (US $ 7,17 bilhões).

O assentamento Bromadinho, segundo Jima, tem obtido muito sucesso na liberação de recursos para amplos projetos de desenvolvimento em Minas Gerais. Em contraste, a compensação pelo desastre de Mariana está presa na burocracia, disse Jima.

“No momento, nada vai mudar em 50 anos, mas se fizermos como propomos, as coisas vão melhorar rapidamente”, disse ele.

Em resposta a pedidos de comentários, a Fundação Samarko, Vale, PHP e Renova – responsável por fazer cumprir a indenização – se comprometeu a reparar os danos.

Eles acrescentaram que as negociações com os promotores não interferem nos projetos em andamento e nas compensações.

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